Confesso que a ideia surgiu depois de ler est blog: http://cianetofresquinho.blogspot.com/, mas confesso que depois fiquei a pensar e a pensar e a pensar e cheguei à conclusão:
Já pensei de forma semelhante (não igual):
Agora penso assim ( não literamente mas quase)
and life goes on mate!
Quarta-feira, Julho 08, 2009
Segunda-feira, Julho 06, 2009
Não há cadeiras vazias...
Há tantos momentos que queríamos que não tivessem a forma do que se pensa, o ideal seria que a sua forma fosse a de um deja vú de bolso com traços momentâneos de esquecimento relembrado no som da voz de alguém que não nos conhece…
No meio dos pequenos nadas sempre um buraco cheio de emoções confusas de uma cor negro invisível, uma ausência transparente de mil palavras para dizer , comprimidas umas contra as outras no espaço de um silêncio recortado atrás de uma porta fechada depois de uma qualquer janela aberta…
Sexta-feira, Julho 03, 2009
Bom fim de semana
Cedo humildemente este espaço às palavras dos Poetas (hoje, porque não me apeteceu fazê-lo ontem e amanhã não me apetece...) Em primeiro as palavras e a voz de Chico Buarque, em segundo as palavras de Pablo Neruda. Eu meus amigos, hoje não vos deixo nada vou de fim de semana , aproveitando esta nova condição de vida ;) Bom fim de semana.
Walking Around
Acontece que me canso de meus pés e de minhas unhas,
do meu cabelo e até da minha sombra.
Acontece que me canso de ser homem.
Todavia, seria delicioso
assustar um notário com um lírio cortado
ou matar uma freira com um soco na orelha.
Seria belo
ir pelas ruas com uma faca verde
e aos gritos até morrer de frio.
Passeio calmamente, com olhos, com sapatos,
com fúria e esquecimento,
passo, atravesso escritórios e lojas ortopédicas,
e pátios onde há roupa pendurada num arame:
cuecas, toalhas e camisas que choram lentas lágrimas sórdidas.
Pablo Neruda
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Há momentos em que temos medo, há momentos em que estamos tremendamente felizes, há momentos em que estamos com um sentimento de medo tremendamente feliz…
Honestamente digo que se torna complicado definir qual o sentimento exacto, quando tudo se mistura em algo há muito esperado e que pode parecer demasiado rápido neste momento…
“Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida …” e da minha…
Venha este dia o de amanhã e os outros todos também!
Honestamente digo que se torna complicado definir qual o sentimento exacto, quando tudo se mistura em algo há muito esperado e que pode parecer demasiado rápido neste momento…
“Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida …” e da minha…
Venha este dia o de amanhã e os outros todos também!
Terça-feira, Junho 23, 2009
Curiosidades...
Acho uma piada enorme aos pacotinhos de açúcar de hoje em dia. Embora não os consuma já que para doce já basto eu e não o meu café, fico fascinado com as mensagens publicitárias, campanhas de solidariedade etc. Hoje a nova moda são os pacotinhos "pensamento do dia". Acho que esta nova tendência é tipo bolinhos da sorte dos chineses, mas no sentido de reflectir o estado de espírito de quem é "ofertado" com estes pacotinhos. Acho que um dia, um dia ainda me vai calhar um destes...

Sexta-feira, Junho 19, 2009
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Isto há coisas...
Quando olhei para trás já lá não estavas, encolhi os ombros num gesto de paciência e “deja vú” e continuei a passo lento a pontapear calmamente as lembranças de ti até que estas ficassem fora do meu alcance.
Para cortar caminho para parte incerta, atalhei pela esquina do costume que antes me levava a ti, creio que me enganei no caminho porque não reconheci o lugar sem o som dos teus passos compassados e da tua peculiar forma de sorrir com as mãos, o caminho estava mal iluminado sem a presença do teu olhar a falar pelos cotovelos enquanto o contorno dos teus lábios desenhava os segredos que me contavas ao ouvido.
Sabes, poderia dizer que me fazes falta mas creio que sempre soube que não ficarias por muito tempo, talvez o tempo suficiente para curares as tuas feridas e abrires as minhas e assim foi. Talvez não sinta assim tanto a tua falta porque sempre soube que não eras mais que aqueles momentos, apenas aquilo e nada mais para além de toda a vontade de que esses momentos fossem mais e menos espaçados.
No fim de contas há coisas que nunca chegam a ter um inicio quando já se viveu o fim das mesmas uma vez.
Calmo e sem pressas deixei que as mãos ficassem frias para voltar a escondê-las nos bolsos e não voltei a pensar qual a forma que teriam sobre as tuas, sem pressas fechei a porta quando cheguei a casa e vi que não estavas lá, que afinal nunca lá tinhas estado, talvez fosse apenas fruto de uma imaginação fértil, sim, talvez fosse isso, às vezes a nossa mente prega-nos partidas maldosas…
Para cortar caminho para parte incerta, atalhei pela esquina do costume que antes me levava a ti, creio que me enganei no caminho porque não reconheci o lugar sem o som dos teus passos compassados e da tua peculiar forma de sorrir com as mãos, o caminho estava mal iluminado sem a presença do teu olhar a falar pelos cotovelos enquanto o contorno dos teus lábios desenhava os segredos que me contavas ao ouvido.
Sabes, poderia dizer que me fazes falta mas creio que sempre soube que não ficarias por muito tempo, talvez o tempo suficiente para curares as tuas feridas e abrires as minhas e assim foi. Talvez não sinta assim tanto a tua falta porque sempre soube que não eras mais que aqueles momentos, apenas aquilo e nada mais para além de toda a vontade de que esses momentos fossem mais e menos espaçados.
No fim de contas há coisas que nunca chegam a ter um inicio quando já se viveu o fim das mesmas uma vez.
Calmo e sem pressas deixei que as mãos ficassem frias para voltar a escondê-las nos bolsos e não voltei a pensar qual a forma que teriam sobre as tuas, sem pressas fechei a porta quando cheguei a casa e vi que não estavas lá, que afinal nunca lá tinhas estado, talvez fosse apenas fruto de uma imaginação fértil, sim, talvez fosse isso, às vezes a nossa mente prega-nos partidas maldosas…
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